Brasil: Após quatro meses, o assassinato da vereadora & defensora dos direitos humanos Marielle Franco continua sem respostas

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A vereadora do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes foram assassinados na noite de 14 de março de 2018 por tiros vindos de um veículo cujas origens e motivações ainda são desconhecidas. Vinda de uma comunidade do Rio de Janeiro, Marielle era tida como uma das principais vozes na defesa dos direitos humanos no Brasil. Conduzindo investigações sigilosas, a polícia ainda não deu qualquer resposta a respeito de quem foram os mandantes dos crimes ou quais suas intenções, fato que causa indignação à população e à comunidade internacional.

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Autor/in: Léo Rodrigues, Agência Brasil, (Brazil)

12 de julho de 2018

Manifestantes se reuniram...no centro do Rio de Janeiro para lembrar os 120 dias dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes...[O]...ato cobrou também a elucidação de diversos outros homicídios que permanecem sem solução na capital fluminense...[A]...mãe de Marielle, Marinete Silva, disse que a dor persiste...[D]isse se preocupar com o silêncio das autoridades, mas acrescentou...[que]...manterá as cobranças...[A]...concentração do ato foi...em frente à Igreja de Nossa Senhora da Candelária...[O]s manifestantes organizaram uma marcha até a Cinelândia...[E]x-assessora parlamentar de Marielle, Ana Marcela conta que as manifestações continuarão para cobrar respostas...[:]..."Marielle virou um símbolo mundial da luta pelos direitos humanos. Estamos ampliando a mobilização, lembrando que ela não é a única que foi morta dessa forma..."...[S]aber quem matou a vereadora não é suficiente...[A]s razões também precisam ser esclarecidas...

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Autor/in: Vinícius Lisboa, Agência Brasil, (Brazil)

“Anistia critica "ineficácia" de autoridades no caso Marielle”, 12 de julho de 2018

Na semana em que o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes completa quatro meses, a Anistia Internacional no Brasil...critica as instituições do Sistema de Justiça Criminal Brasileiro por ainda não terem chegado a uma solução para os crimes. “Após quatro meses, a não resolução do assassinato...demonstra ineficácia, incompetência e falta de vontade das instituições do Sistema de Justiça Criminal brasileiro em resolver o caso”...[,]...afirmou Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional, que também pediu que as autoridades quebrem o silêncio e voltem a se comprometer publicamente a encontrar os responsáveis pelos assassinatos...[A]...coordenadora de pesquisa da Anistia Internacional, Renata Neder, defendeu...que a falta de solução do caso e a possibilidade de envolvimento de agentes do Estado apontam a necessidade de se criar um mecanismo independente de acompanhamento das investigações...[Q]uando o crime completou três meses, a Anistia cobrou que o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro destacasse membros de seus grupos especializados para acompanhar o trabalho da Polícia Civil, que toca as investigações em sigilo. Segundo Renata, o MP não atendeu essa reivindicação...[O]s pais de Marielle Franco estiveram na sede da Anistia Internacional...para reforçar a cobrança por uma investigação mais célere e transparente...[P]rocurada, a Secretaria Estadual de Segurança Pública afirmou em nota que não vai se posicionar sobre o caso, porque ele segue em sigilo...

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