Brazil: Donkeys are slaughtered without regulation and subjected to mistreatment for the Chinese market, says Repórter Brasil

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18 December 2019

Brazil: Donkeys are slaughtered without regulation and subjected to mistreatment for the Chinese market, says Repórter Brasil

Author: Repórter Brasil (Brazil)

[Translation from Portuguese to English provided by Business & Human Rights Resource Centre]

“Under the skin of the donkey”, December 11, 2019

... Donkeys began to disappear from sight after an unusual deal with China. The Asian country is mainly interested in the animal leather - the raw material for the production of Donkey-hide gelatin, used in Chinese medicine and cosmetics ... [For] more than a year, thousands have been subjected to degrading conditions and slaughtered with rigor ... Not even the Minister of Agriculture at the time, Kátia Abreu, believed in the request made to her during a trip to Asia in 2015. "It seemed like a joke", she wrote on Twitter about a Chinese businessman interested in importing donkeys. "Unbelievable, but the demand was for 1 million donkeys [per] year" ... If the slaughter rate reaches Chinese expectations, the species may disappear in less than five years in the Northeast [of Brazil] ... There is no structured production, breeding norms, transportation inspections or measures against precarious conditions; nor a recent census of the population ...Until September, no Brazilian company was qualified to export donkeys to China - recently, the refrigeration company Frinordeste, owned by Amargosa, received permission. For this reason, shipping was carried out by logistics companies in Vietnam and Hong Kong - the fifth group of middlemen. HL Vietnam International and Fortune Freight (FFC International) bought the cargo of refrigerators - between R $ 300 and R $ 400 each animal - and dispatched it at the port of Salvador ... In November 2018, after complaints, Justice systems of Bahia prohibited the slaughter. But business pressure overthrew the injunction in September this year ... Three Chinese citizens and a Brazilian national from Cuifeng Lin were coordinating the arrival of loaded trucks in the period when the slaughter was suspended in court ... With Frinordeste's permission to sell the production directly to China, the expectation is that the market will reheat ... Frinordeste did not grant an interview. The owner of the slaughterhouse Cabra Forte (in Simões Filho), Reginaldo Filho, stated that the sector's lack of legal security led him to give up the activity. “We turned that page”, he guaranteed.

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Author: Repórter Brasil (巴西)

【此翻譯由企業責任資源中心提供】

“驢皮下”,2019年12月11日

在與中國達成不尋常的交易之後,驢子開始消失。亞洲國家主要對動物皮革感興趣,動物皮革是生產驢皮明膠的原料,用於中藥和化妝品... 一年多以來,成千上萬的動物受到了降級的對待和屠宰...甚至當時的農業部長KátiaAbreu都不相信在她2015年的亞洲之行中被提出的要求。 “令人難以置信,但需求是[每年]一百萬隻驢子” ...如果屠宰率達到中國的預期,該物種可能會在不到五年的時間內在[巴西]東北部消失。沒有有架構的生產,繁殖規範,運輸檢查或針對不穩定狀況的措施,也沒有最近的普查...直到9月,巴西公司都沒有資格向中國出口驢子- 最近,Amargosa擁有的冷藏公司Frinordeste獲得許可。因此,運輸是由越南和香港的物流公司(第五組中間商)進行的。 HL Vietnam International和Fortune Freight(FFC International)購買了冰箱的貨物-每隻動物在300雷亞爾和400雷亞爾之間-並將其運輸到薩爾瓦多港口... 2018年11月,在投訴後,巴伊亞州(Bahia)的司法系統禁止屠殺。但是,今年9月的商業壓力推翻了禁令。在屠殺行為被法院叫停期間,三名中國公民和一名來自崔峰林(Cuifeng Lin)的巴西國民正在協調裝載卡車的到來…在Frinordeste獲允許出售該產品直接到中國,期望是市場會升溫。 Frinordeste沒有接受采訪。屠宰場Cabra Forte(位於SimõesFilho)的所有者Reginaldo Filho表示,該部門缺乏法律保障,因此放棄了此項活動。他保證:“我們翻了一頁”。

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Author: Repórter Brasil (巴西)

【此翻译由企业责任资源中心提供】

“驴皮下”,2019年12月11日

在与中国达成不寻常的交易之后,驴子开始消失。亚洲国家主要对动物皮革感兴趣,动物皮革是生产驴皮明胶的原料,用于中药和化妆品... 一年多以来,成千上万的动物受到了降级的对待和屠宰...甚至当时的农业部长KátiaAbreu都不相信在她2015年的亚洲之行中被提出的要求。 “令人难以置信,但需求是[每年]一百万只驴子” ...如果屠宰率达到中国的预期,该物种可能会在不到五年的时间内在[巴西]东北部消失。没有有架构的生产,繁殖规范,运输检查或针对不稳定状况的措施,也没有最近的普查...直到9月,巴西公司都没有资格向中国出口驴子 - 最近,Amargosa拥有的冷藏公司Frinordeste获得许可。因此,运输是由越南和香港的物流公司(第五组中间商)进行的。 HL Vietnam International和Fortune Freight(FFC International)购买了冰箱的货物-每只动物在300雷亚尔和400雷亚尔之间-并将其运输到萨尔瓦多港口... 2018年11月,在投诉后,巴伊亚州(Bahia)的司法系统禁止屠杀。但是,今年9月的商业压力推翻了禁令。在屠杀行为被法院叫停期间,三名中国公民和一名来自崔峰林(Cuifeng Lin)的巴西国民正在协调装载卡车的到来…在Frinordeste获允许出售该产品直接到中国,期望是市场会升温。Frinordeste没有接受采访。屠宰场Cabra Forte(位于SimõesFilho)的所有者Reginaldo Filho表示,该部门缺乏法律保障,因此放弃了此项活动。他保证:“我们翻了一页”。

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Author: Joana Suarez, Repórter Brasil (Brazil)

“Sob a pele do jumento”, 11 de dezembro de 2019

...[O]...jumento, jegue ou asno da espécie asinina...começou a sumir da vista do sertanejo após um inusitado negócio com a China. O país asiático tem interesse, principalmente, no couro do animal – matéria-prima para a produção do Ejiao, uma gelatina usada na medicina e em cosméticos chineses...[P]or mais de um ano, milhares foram submetidos a condições degradantes e abatidos sem rigor...[N]em a então ministra da Agricultura, Kátia Abreu, acreditou no pedido feito durante sua viagem à Ásia em 2015. “Pareceu piada”, escreveu no Twitter sobre um empresário chinês interessado em importar asininos. “Inacreditável, mas sua demanda é de 1 milhão de jumentos [por] ano”...[S]e o ritmo de abate chegar à expectativa chinesa, a espécie pode desaparecer em menos de cinco anos no Nordeste...[N]ão há produção estruturada, normas de criação, fiscalização de transporte ou medidas contra condições precárias; tampouco há uma contagem recente de sua população...[A]té setembro, nenhuma empresa brasileira estava habilitada a exportar asinino para a China – recentemente, o frigorífico Frinordeste, de Amargosa, recebeu a permissão. Por isso, o transporte marítimo era feito por companhias de logística do Vietnã e Hong Kong – o quinto grupo de atravessadores. A HL Vietnam International e a Fortune Freight (FFC International) compravam a carga de frigoríficos – por entre R$ 300 e R$ 400 cada animal – e a despachava no porto de Salvador...[E]m novembro de 2018, após as denúncias, a Justiça da Bahia proibiu o abate. Mas a pressão empresarial derrubou a liminar em setembro deste ano...[T]rês chineses e um brasileiro da Cuifeng Lin coordenavam a chegada de caminhões carregados no período que o abate estava suspenso judicialmente...[C]om a permissão da Frinordeste para vender a produção diretamente à China, a expectativa é de reaquecimento do mercado...O Frinordeste não concedeu entrevista. Já o dono do abatedouro Cabra Forte (em Simões Filho), Reginaldo Filho, afirmou que a falta de segurança jurídica do setor o levou a desistir da atividade. “É página virada na nossa trajetória”, garantiu.

 

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