Brazil: Repórter Brasil releases report on poor working conditions & irregular use of pesticides on certified coffee farms, it includes companies’ comments

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Repórter Brasil releases a report on poor working conditions and irregular use of pesticides on coffee farms certified by important labels of good practices such as UTZ, Rainforest Alliance, Imaflora, Certifica Minas and sustainable procurement programs such as those of Nestle and Starbucks.

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25 January 2017

Brazil: Comments by Rainforest Alliance on Repórter Brasil Coffee Report

Author: Rainforest Alliance (USA)

[Comments shared by the Rainforest Alliance with the Business & Human Rights Resource Centre by email about a response they posted in response to the original Repórter Brasil report, 25 January 2017]

…The Rainforest Alliance and the Sustainable Agriculture Network (SAN) responded to all requests for interviews and information regarding the Repórter Brasil report. These matters were immediately addressed at the time they were brought to light in 2014 and 2015, and to the best of our knowledge they has been resolved in favor of the workers. Per our best practices, we continue to monitor the farms in question. It is pertinent to note that the SAN standard was revised in September 2016 and will go into full affect July 1, 2017. The 2017 SAN Standard has strengthened the criteria pertaining to workers’ rights, free association, and the need to move towards a living wage, as defined by the Global Living Wage Coalition. The 2017 SAN Standard is available at: http://sanstandard2017.ag

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24 January 2017

Report “Certified coffee, rightless workers”

Author: Marcel Gomes and André Campos, Repórter Brasil (Brazil)

Report “Certified coffee, rightless workers”, December 2016

About one-third of all coffee consumed in the world is planted in Brazil…The European Union, the United States and Japan are the main destinations of Brazilian foreign coffee sales...Brazil is also an important production hub for certified coffee...In this investigation, Repórter Brasil contributes to that debate by presenting three concrete examples of certified farms with labor rights violations...Repórter Brasil went to talk to the companies and certification systems, and this report shows the reactions of each of them to the problems we presented. In addition to shortcom- ings in monitoring the properties, some gaps in transparency emerged – not only related to audit results, but also in publicizing the list of certified producers...[I]t was also clear that uncertified farms may be making improper use of best practice seals to market their production –...found in Fairtrade International’s business chain...Reco[m]mendations...[W]hen Repórter Brasil exposes labor problems in farms linked to voluntary sustainability veri cation programs, it does not intend to downplay the work carried out by NGOs, certi ers, governments and companies that use those tools to foster a socially fair coffee market...[S]everal studies and statements from stakeholders point out the positive impact of such programs on daily reality at coffee farms...Tighter criteria, better monitor- ing practices and more transparency can help the reality in rural areas to come closer and closer to the stan- dards and principles adopted by certi- cations systems and ethical sourcing programs...Standards...Stricter rules for informality...requiring that mandatory benefits be paid...Monitoring...Active search for information beyond audits...Transparency...

[It refers to Café do Cedro, Certifica Minas, Ecom Trading, Eisa – Empresa Interagrícola, Fal Coffee, Mariana de Carvalho Junqueira, Nestlé, Starbucks and UTZ]

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Author: André Campos, Repórter Brasil (Brazil)

“Café certificado, trabalhador sem direitos-Como a investigação que flagrou problemas trabalhistas em cafezais “sustentáveis”, auditados pelos principais selos de boas práticas do setor – UTZ e Rainforest Alliance –, revela falhas no monitoramento do grão”, 4 de janeiro de 2017

Trabalho informal, irregularidades no uso de agrotóxicos e até mesmo queixas de pagamento inferior à metade do salário mínimo...[P]roblemas apurados pela Repórter Brasil em fazendas de café que comercializavam sua produção com a chancela de importantes selos de boas práticas. Os casos revelaram limitações e falhas no monitoramento dos cafeicultores que integram o bilionário mercado de cafés sustentáveis...[São]…os bastidores do café certificado produzido em Carmo de Minas (MG) e Jesuânia (MG)...Além de violações trabalhistas em cafezais supostamente “sustentáveis”, verificou-se a necessidade de mais transparência de empresas e selos em relação ao resultado de suas auditorias. E...divulgação de quem são as fazendas por eles certificadas...Em...2015...[o]...Ministério do Trabalho flagr[ou]...13 safristas colhendo café sem carteira assinada no Rancho São Benedito. A propriedade tem o selo de boas práticas da Rainforest Alliance. O Imaflora, certificador nacional responsável por monitorar o selo, afirmou que não tinha conhecimento da situação. Após...contato da Repórter Brasil, uma auditoria na fazenda foi feita em outubro de 2016...[O]s problemas já haviam sido...solucionados. Até 2015, o Rancho São Benedito também possuía certificação da UTZ. A Repórter Brasil perguntou à UTZ se ela tinha conhecimento das infrações trabalhistas...no Rancho São Benedito,...a UTZ não respondeu à pergunta...Outro caso remete à Fazenda Monte Verde...da...Fal Coffee. Em...2014, trabalhadores que colhiam café na propriedade procuraram o sindicato da região queixando-se de descontos ilegais no salário e do pagamento abaixo do combinado...A situação foi regularizada com a assinatura de...acordo extrajudicial entre a fazenda e o sindicato. A propriedade era – e continua sendo – certificada pela Rainforest Alliance...Desde 2011, o Rancho São Benedito faz parte do Nespresso AAA Sustainable Quality Program...da Nestlé...A mesma propriedade participou do Starbucks C.A.F.E. Practices em 2015 –...ano em que o Ministério do Trabalho flagrou...irregularidades trabalhistas na fazenda...A Repórter Brasil perguntou se o C.A.F.E. Practices identificou problemas trabalhistas na fazenda, e quais seriam esses problemas. A Starbucks não respondeu...Duas certificadoras – UTZ e Fairtrade Internacional – relataram surpresa ao serem informadas sobre irregularidades ligadas a uma marca de café que estampava na embalagem o selo de ambas, e cujo produto nem era certificado por elas...

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