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Updating the Resource Centre Digital Platform

The Business & Human Rights Resource Centre is at a critical point in its development. Our digital platform is home to a wealth of information on business and human rights, but hasn’t had a visual refresh for a number of years.

We will soon be updating the site to improve its usability and better serve the thousands of people that use our site to support their work.

Please take an advance peek at our new look, and let us know what you think!

Thank you,
Alex Guy, Digital Officer

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Relatório da Global Witness detalha o aumento contínuo de ataques letais contra defensores da terra e do meio ambiente na linha de frente da crise climática

  • 212 defensores da terra e do meio ambiente assassinados registrados em 2019, tornando-o o ano mais mortífero registrado para as pessoas que defendem contra as indústrias destruidoras do clima
  • O agronegócio e o petróleo, o gás e a mineração são considerados os maiores motores industriais de conflito contra os defensores
  • Mais da metade de todos os assassinatos relatados ocorreram em dois países: Colômbia e Filipinas
  • No Brasil, foram 24 mortos, entre eles, 10 eram indígenas

 

GLobal Witness

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Author: Global Witness

O relatório anual...esclareceu o papel urgente que os defensores da terra e do meio ambiente desempenham no combate à degradação do clima, opondo-se a indústrias com utilização intensiva de carbono e insustentáveis, que estão acelerando o aquecimento global e os danos ambientais. Aponta como, sob o aumento da repressão e da vigilância durante o lockdown da pandemia da Covid-19, a proteção desses ativistas torna-se ainda mais imprescindível para a reconstrução de um planeta mais seguro e mais verde. Em média, quatro defensores são mortos todas as semanas desde a criação do acordo climático de Paris em dezembro de 2015. Inúmeros outros são silenciados por ataques violentos, detenções, ameaças de morte ou processos judiciais...mais da metade de todas as mortes relatadas no ano passado ocorreram em apenas dois países: Colômbia (com um pico de 64) e Filipinas (passando de 30 em 2018 para 43 em 2019). Globalmente, o verdadeiro número de assassinatos provavelmente foi muito maior, pois os casos geralmente não são documentados...

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Author: G1

A ONG internacional Global Witness publicou...relatório que contabiliza o número de assassinatos de ativistas ambientais e defensores dos direitos humanos em 2019. No Brasil, foram 24 mortos, sendo que 10 eram indígenas. No mundo, os crimes bateram recorde no ano passado: 212 pessoas executadas. 

...Dos 24 defensores mortos no Brasil, 10 eram indígenas, nove campesinos, dois de familiares ligados a ativistas, um servidor público e dois classificados como outros. Os estados que mais registraram mortes foram Pará (7), Amazonas (5), Maranhão (4) e Mato Grosso (2). Amapá, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco e Rondônia registraram, cada estado, um assassinato. Entre os 10 indígenas assassinados, oito eram da Amazônia: Amazonas (4), Maranhão (3) e Amapá (1). Os outros dois, um do Mato Grosso do Sul e um do Paraná...

...Quase metade de todas as mortes ocorreram nos dois primeiros países: Colômbia e Filipinas. A mineração foi o setor que mais teve relação com os assassinatos no mundo, com 50 defensores mortos em 2019. Mais da metade desses assassinados pertenciam a comunidades afetadas na América Latina...

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