abusesaffiliationarrow-downarrow-leftarrow-rightarrow-upattack-typeblueskyburgerchevron-downchevron-leftchevron-rightchevron-upClock iconclosedeletedevelopment-povertydiscriminationdollardownloademailenvironmentexternal-linkfacebookfilterflaggenderglobeglobegroupshealthC4067174-3DD9-4B9E-AD64-284FDAAE6338@1xinformation-outlineinformationinstagraminvestment-trade-globalisationissueslabourlanguagesShapeCombined Shapeline, chart, up, arrow, graphLinkedInlocationmap-pinminusnewsorganisationotheroverviewpluspreviewArtboard 185profilerefreshIconnewssearchsecurityPathStock downStock steadyStock uptagticktooltiptriangletwitteruniversalitywebwhatsappxIcons / Social / YouTube
Artigo

30 jan 2024

Author:
Folha de São Paulo

Brasil: Análise do IBAMA prevê impacto em nível máximo em exploração de petróleo na Foz do rio Amazonas; Petrobras diz que análise é subjetiva

“Ibama prevê impacto ambiental em nível máximo em exploração de petróleo na Foz do Amazonas”, 30 de janeiro de 2024

O grau de impacto ambiental do projeto de exploração de petróleo na bacia Foz do Amazonas, a cargo da Petrobras, atingiu escala máxima, com alta magnitude do impacto negativo, influência em biodiversidade formada por espécies ameaçadas de extinção e comprometimento de áreas ainda desconhecidas.

O cálculo foi feito pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e é descrito em detalhes em documentos obtidos pela Folha. Parte dos relatórios foi acessada por meio da Lei de Acesso à Informação.

A perfuração do chamado bloco 59, planejada pela Petrobras e pelo governo Lula (PT) para 2024, teve um grau de impacto ambiental calculado em 0,5%. A escala varia de 0 a 0,5%, conforme a legislação vigente —o índice, portanto, atingiu o máximo possível.

Os principais componentes do indicador —magnitude dos impactos, biodiversidade, persistência dos impactos e comprometimento de área prioritária— também foram definidos em seus valores máximos, o que levou ao índice de 0,5%.

Após a publicação da reportagem...a Petrobras afirmou que a aplicação desses componentes "está suscetível à subjetividade". "O cálculo do grau de impacto não significa que a atividade pretendida pela Petrobras ocasionará os impactos ao ambiente ou em áreas sensíveis e na fauna."

A estatal disse que não há "justificativa técnica" para um grau de 0,5%...