abusesaffiliationarrow-downarrow-leftarrow-rightarrow-upattack-typeburgerchevron-downchevron-leftchevron-rightchevron-upClock iconclosedeletedevelopment-povertydiscriminationdollardownloademailenvironmentexternal-linkfacebookfiltergenderglobegroupshealthC4067174-3DD9-4B9E-AD64-284FDAAE6338@1xinformation-outlineinformationinstagraminvestment-trade-globalisationissueslabourlanguagesShapeCombined Shapeline, chart, up, arrow, graphLinkedInlocationmap-pinminusnewsorganisationotheroverviewpluspreviewArtboard 185profilerefreshIconnewssearchsecurityPathStock downStock steadyStock uptagticktooltiptwitteruniversalityweb
Artigo

2 Nov 2019

Author:
Giovanna Galvani, Carta Capital (Brazil)

Brasil: Ativistas do Greenpeace são detidos após protesto contra vazamento de petróleo no nordeste e Min. do Meio Ambiente os chama de ‘ecoterroristas’

“Chamados de ‘ecoterroristas’ por Salles, ativistas são presos em Brasília-Manifestantes do Greenpeace foram liberados três horas após apreensão. Nas redes sociais, Ricardo Salles criticou novamente a organização”, 23 de outubro de 2019

Dezessete ativistas do Greenpeace...foram apreendidos nesta quarta-feira 23 após mobilizarem protesto contra o vazamento de petróleo que atinge as praias do litoral nordestino.Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, os manifestantes foram levados à delegacia por terem cometido crime ambiental ao jogarem no asfalto em frente ao Palácio do Planalto uma mistura de água, maisena e corante. Além do “óleo”, também havia madeira “queimada” para simbolizar as ações criticadas do governo federal em relação à crise na Amazônia...Após ficarem detidos por três horas, os manifestantes foram liberados e, de acordo com o Greenpeace, não houve nenhuma incidência penal no caso...[O]s ativistas exibiam faixas como “um governo contra o meio ambiente”, “Brasil manchado de óleo” e “Pátria queimada, Brasil” para chamarem a atenção ao estado das políticas ambientais do atual governo.“Mais uma vez, o governo mente e espalha falácias sobre a atuação de ONGs, como vimos nas queimadas na Amazônia, como forma de desviar a atenção da sua própria falta de ação e incompetência”, afirmou Thiago Almeida, integrante da ONG. O ministro do Meio-Ambiente, Ricardo Salles, e o presidente em exercício Hamilton Mourão ironizaram a presença dos ativistas. “Não bastasse não ajudar na limpeza do petróleo venezuelano nas praias do Nordeste...

 

Linha do tempo