abusesaffiliationarrow-downarrow-leftarrow-rightarrow-upattack-typeburgerchevron-downchevron-leftchevron-rightchevron-upClock iconclosedeletedevelopment-povertydiscriminationdollardownloademailenvironmentexternal-linkfacebookfiltergenderglobegroupshealthinformation-outlineinformationinstagraminvestment-trade-globalisationissueslabourlanguagesShapeCombined Shapeline, chart, up, arrow, graphlocationmap-pinminusnewsorganisationotheroverviewpluspreviewArtboard 185profilerefreshnewssearchsecurityPathStock downStock steadyStock uptagticktooltiptwitteruniversalityweb
História

Brasil: Inquéritos da Polícia Federal apontam HStern, Ourominas e D’Gold como as principais compradoras de ouro ilegal extraído da TI Yanomami

A Organização de Comunicação e Projetos Sociais Repórter Brasil teve acesso a inquéritos da Polícia Federal, por meio da Lei de Acesso à Informação, que demonstram que as empresas HStern, Ourominas e D'Gold seriam as principais compradoras de ouro ilegal extraído da Terra Indígena Yanomami. Os inquéritos revelam, também, detalhes do funcionamento do esquema de lavagem de ouro, que inclui atravessadores, grandes empresas do setor financeiro e marcas internacionais. A investigação da PF concluiu, ainda, que a legislação vigente no Brasil protege os compradores do metal ilegal, o que dificulta o combate ao garimpo ilícito. Nós convidamos a HStern, a Ourominas e a D'Gold a comentarem a reportagem da Repórter Brasil. A Ourominas e a D'Gold responderam, mas a HStern não retornou os contatos. Também recebemos comentários da Associação Nacional do Ouro (ANORO), presidida pelo senhor Dirceu Frederico, dono da D'Gold.

Respostas da empresa

HStern

Sem resposta

D'Gold (FDGOLD DTVM) Ver resposta
Ourominas Ver resposta

Story Timeline