Brasil: Relatório do Greenpeace revela que Bunge e Cargill compram soja de área marcada pelo desmatamento e pelo trabalho irregular, empresas negam

Autor: Thais Lazzeri, Repórter Brasil (Brazil), Publicado em: 10 December 2019

“Bunge e Cargill compram soja ‘contaminada por violência e desmatamento’ do Agronegócio Estrondo, diz Greenpeace”, 03 de dezembro de 2019 

...[O]...relatório do Greenpeace “Cultivando a Violência”, publicado nesta terça-feira (3), mostra que as duas empresas silenciaram diante de denúncias de violações de direitos humanos praticadas contra comunidades geraizeiras pelo Agronegócio Condomínio Cachoeira do Estrondo, em Formosa do Rio Preto (Bahia) – onde ambas possuem silos e compram soja...[C]om denúncias de agressões, intimidação com armas e até cerceamento de liberdade – praticados por seguranças da empresa privada Estrela Guia, contratada pela Estrondo...[S]egundo o documento, as duas gigantes do agronegócio possuem silos próximos a essas guaritas. “As empresas [Cargill e Bunge] têm uma responsabilidade, sim, porque estão atuando dentro do condomínio, ou seja, na cadeia de suprimentos de cada uma delas.” Segundo o relatório, a Bunge comprou 29 mil toneladas de soja da Estrondo...[J]á a Cargill comprou 15 mil toneladas até maio de 2019...[A]...Bunge informou que “o silo da empresa não faz parte da área do Agronegócio Condomínio Cachoeira do Estrondo” e que não não mantém relações comerciais com a administração do condomínio...[A]...Cargill informou que a Agronegócio Estrondo “nunca foi fornecedora de soja da empresa”...[A]...Agronegócio Estrondo não se manifestou...[N]o município, segundo a Trase, quatro empresas comercializam o grão: a Bunge, a joint venture Amaggi & LD Commodities, a Cargill e a Horita Empreendimentos Agrícola (arrendatária da Estrondo)... 

[Há menção às empresas Cia Melhoramentos do Oeste da Bahia, Colina Paulista e Delfin Crédito Imobiliário]

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