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المقال

28 أكتوبر 2025

الكاتب:
Repórter Brasil

Brasil: ‘Febre do lítio’ chega à Amazônia e ameaça terras indígenas e áreas protegidas

“‘Febre do lítio’ avança para Amazônia e afeta 21 áreas protegidas”, 28 de outubro de 2025

A ‘FEBRE DO LÍTIO’ no Brasil está se expandindo para a Amazônia Legal, região que abriga o maior número de povos tradicionais e florestas nativas preservadas do país. Os pedidos para explorar o minério, usado na indústria da tecnologia, bateram recorde nos últimos quatro anos e podem afetar ao menos 21 áreas protegidas, entre terras indígenas, unidades de conservação e assentamentos da reforma agrária.

O Brasil tem o décimo maior depósito de lítio do mundo, estimado em 1,3 milhão de toneladas. Desse total, 390 mil toneladas são economicamente viáveis... Os números, no entanto, podem estar subestimados, já que o subsolo brasileiro ainda está sendo mapeado...

O lítio é considerado estratégico para a transição energética...

Uma das preocupações é a proximidade dos processos minerários com áreas protegidas...

...O lítio transformou a paisagem e impactou o modo de vida dos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais...

Entre os principais impactos estão a dificuldade de acesso à água, a contaminação de rios, o aumento da poeira e de doenças respiratórias, além de rachaduras nas casas, atribuídas aos tremores provocados pelas mineradoras...

Ao menos duas mineradoras com operação no Vale do Jequitinhonha estão se movimentando para explorar lítio na Amazônia: a Atlas e a M4E.

A Atlas Lítio Brasil é uma subsidiária da norte-americana Atlas Lithium Corporation...

A empresa admite no documento também que comunidades locais e organizações não governamentais podem atrasar seus planos de negócios...

Procurada, a Atlas não respondeu até a publicação da reportagem...

Em seu site, a M4E defende o Brasil como um território favorável à mineração de lítio e diz que o governo, “tanto de partidos de esquerda quanto de direita”, apoia a atividade...

Procurada, a M4E Lithium informou que atua apenas na fase de pesquisa mineral, sem realizar extração, lavra ou possuir qualquer estrutura de mineração no Tocantins. A empresa afirma produzir “estudos de escritório”, baseados em análises de dados públicos e imagens de satélite, sem trabalhos de campo. “Esses estudos têm por objetivo avaliar o potencial geológico da região e identificar eventuais restrições ambientais, incluindo áreas sensíveis, como unidades de conservação”, diz a nota da companhia ...