Brasil: Representante da Coalizão Flotilha da Liberdade é bloqueada no WhatsApp logo após a interceptação do navio de ajuda humanitária Madleen
Freedom Flotilla
A ativista Luciana Palhares, representante brasileira da Coalizão Flotilha da Liberdade (FFC, sigla em inglês), afirma que teve seu acesso ao WhatsApp bloqueado por 10 Horas pela empresa Meta, minutos depois de forças militares de Israel interceptarem o navio Madleen e deterem os 12 ativistas que estavam a bordo tentando levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
Segundo Luciana, o aplicativo enviou uma mensagem alegando que o bloqueio teria sido imposto devido a uma denúncia sobre “envio de spam”.
O bloqueio ocorreu em um momento delicado e crucial, pois a representante da FFC tentava difundir informações sobre a situação dos ativistas e se comunicar com autoridades sobre a necessidade de ajuda ao grupo, que incluía um cidadão brasileiro, Thiago Ávila.
Luciana afirmou: "o bloqueio dificultou o trabalho de divulgação das informações e contatos com as autoridades, não impediu o trabalho, mas gerou um obstáculo".
Nós convidamos a Meta a comentar as alegações e a resposta da empresa está disponível.