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Odebrecht lawsuit (re forced labour in Angola)

Brazil headquarters Odebrecht_credit_Tania Rego_In March 2014, the Brazilian Government notified Odebrecht, a Brazilian multinational, of allegations of slave labour conditions in its Angola operations.  These accusations were related to the construction of a biofuel plant for Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola), a local bio-fuel company owned by Odebrecht, Sonangol, and Damer Indústria.  The company denied the allegations.

On 13 June 2014, a Brazilian prosecutor filed a lawsuit against Odebrecht in the labour court of Araraquara, Brazil, accusing the company of human trafficking and of maintaining Brazilian workers in slave labour conditions in Angola.  The prosecutor sought economic compensation for the workers and payment of a fine.  The complaint also demanded that public banks suspend loans awarded to the company.  

In September 2015, the Labour court convicted Odebrecht group and ordered the company to pay 50 million reais ($13 million) in damages.

 

- [PT] Odebrecht terá de pagar R$ 50 milhões de indenização por trabalho escravo, Alana Gandra, Agência Brasil, 2 de setembro de 2015
- Brazil convicts Odebrecht Group for slavery-like practices in Angola, Jeb Blount, Reuters, 1 Sep 2015
- [PT] Odebrecht leva imprensa a Angola às vésperas de audiência sobre escravidão, UOL, Brazil 29 Aug 2014
- Brazil’s biggest builder accused of using 'slave labour', Joao Fellet, 18 Jun 2014
- Brazilian multinationals accused of 'slave labour' in Angola, Arnaldo Vieira, 19 Mar 2014
- [PT] Operários denunciam condições 'degradantes' em obra da Odebrecht em Angola (Angola e Brasil), BBC Brasil, 20 de dezembro de 2013

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Author: Alana Gandra, Agência Brasil (Brazil)

Brazil headquarters Odebrecht_credit_Tania Rego_Agencia Brasil_http://agenciabrasil.ebc.com.br/en/direitos-humanos/noticia/2015-09/odebrecht-pay-136m-damages-slavery

“Odebrecht terá de pagar R$ 50 milhões de indenização por trabalho escravo”, 2 de setembro de 2015

...Vara do Trabalho de Araraquara...atendendo a ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) do interior paulista, condenou o Grupo Odebrecht ao pagamento de R$ 50 milhões de indenização por danos morais coletivos por trabalho escravo, aliciamento e tráfico internacional de pessoas em obras de construção de uma usina de cana-de-açúcar em Angola...[E]ssa é a maior condenação por trabalho escravo feita no Brasil...[A]s empresas do Grupo Odebrecht objeto da ação (Construtora Norberto Odebrecht, Odebrecht Serviços de Exportação e Odebrecht Agroindustrial) afirmaram que irão se manifestar sobre a decisão da Justiça...Informaram...que as acusações...se referem...à obra da empresa angolana Biocom, “da qual uma das rés detém, indiretamente, participação minoritária”. A Odebrecht disse que essa usina não foi construída pelo grupo, mas por companhias contratadas pela própria Biocom. Segundo o Grupo Odebrecht, “as condições de trabalho nas obras da Biocom sempre foram adequadas e aderentes às normas trabalhistas e de saúde e segurança vigentes em Angola e no Brasil”. Isso abrange as condições de alojamento, transporte, sanitárias e de alimentação e também de saúde...[E]...que nunca existiu...cerceamento de liberdade...de trabalhadores...[e]...que...[eles]...tinham “...acesso gratuito à internet, telefone,”...além de áreas de lazer...[G]arantiu que a expatriação de trabalhadores obedeceu sempre à legislação vigente nos dois países...A ação foi instaurada pelo procurador Rafael de Araújo Gomes, baseado...[em]...reportagens...[da]...BBC Brasil sobre condenações da Justiça do Trabalho, relativas à  submissão de trabalhadores brasileiros, contratados em Américo Brasiliense...a condições degradantes de trabalho em Angola.

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4 September 2015

Brazil: Labour court convicts Odebrecht Group for forced labour of Brazilian workers in Angola

Author: Jeb Blount, Reuters

Brazil headquarters Odebrecht_credit_Tania Rego_Agencia Brasil_http://agenciabrasil.ebc.com.br/en/direitos-humanos/noticia/2015-09/odebrecht-pay-136m-damages-slavery

“Brazil convicts Odebrecht Group for slavery-like practices in Angola”, 1 September 2015

A Brazilian labor court convicted units of Brazil's Odebrecht Group of holding workers in conditions akin to slavery at an ethanol refinery construction project in Angola...[and]…ordered Odebrecht to pay 50 million reais ($13 million) in damages...The issue was first brought to the attention of prosecutors by a series of reports on the Brazilian service of the BBC…about a series of lawsuits filed against Odebrecht Group in the small town of Americo Brasiliense, Brasil, where many of the workers were recruited…Odebrecht…improperly lured Brazilian laborers to jobs in Angola where they were forced to work without proper visas in unsanitary work camps...In Angola their passports were confiscated and their ability to leave the work camps was blocked by armed guards…[M]any had worked up debts with labor subcontractors while they waited for passports and travel papers for Angola...The contractors' actions and efforts to illegally import the Brazilian workers to Angola and restrict their movement was akin to the practices of human traffickers...Even though many of the abuses suffered by the Brazilian workers in Angola were carried out by third parties, the court ruled that Odebrecht was ultimately responsible for the entire project and benefited from the abuses. Odebrecht had argued that the abuses were carried out by an independent foreign subsidiary and as a result it had no direct control of the abuses…And…Brazilian courts had no jurisdiction. The court disagreed, saying that overall management of the entire project was in the hands of Odebrecht's main Brazilian-base construction unit.

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Author: Julia Affonso, Estadão

“Odebrecht é condenada por terceirização irregular em Angola”, 29 de abril de 2015

...A Odebrecht...foi condenada por terceirização irregular no exterior...[e]...deverá pagar horas extras e outras verbas trabalhistas a um técnico de topografia contratado no Brasil por uma prestadora de serviços de Angola, para trabalhar no país africano. O técnico pediu na Justiça do Trabalho o reconhecimento de seu vínculo direto com a Odebrecht...[e]...afirmou...que ao assinar o contrato foi instruído a substituí-lo por outro, firmado com a Sociedade Mineira de Catota...assim que chegasse a Angola. Na reclamação trabalhista, o técnico afirmou que sempre foi empregado da Construtora Norberto Odebrecht e da Odebrecht S/A, que o recrutaram, pagaram salário e dirigiram sua prestação de serviço...[e]...que...[utilizaram]...o artifício da terceirização com a empresa estrangeira...[e]...o deixaram à margem dos direitos assegurados pela legislação brasileira. A construtora alegou à 7ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro...que...apenas "intermediou" a contratação...pela Catota, com sede em Angola e...representação no Brasil...[O]...Tribunal Regional do Trabalho...reconheceu a existência de fraude aos direitos trabalhistas e declarou...vínculo direto com a Odebrecht...[, a qual]...disse que "não se trata de...terceirização e sim controvérsia sobre o regime trabalhista aplicável a trabalhador expatriado, durante a prestação de serviços no exterior"...[e]...garante que cumpre integralmente com as legislações trabalhistas do Brasil e dos demais países em que atua...

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18 June 2014

Brazil’s biggest builder accused of using 'slave labour'

Author: Joao Fellet, BBC (Brazil)

Prosecutors in Brazil have begun legal action against a leading construction company, Odebrecht, accusing it of maintaining 500 Brazilian workers in "slave-like conditions" in Angola...They are demanding 500m reais ($220m; £130m) in compensation for workers. Odebrecht said it would only respond after being officially notified of the legal action...The prosecutor also notified the federal police and federal prosecutors about the legal action which could mean that company directors could also face criminal charges. According to documents filed by prosecutors, "workers, hundreds of them, were subjected to degrading working conditions incompatible with human dignity, and had their freedom curtailed, being deprived of their right to come and go"...The prosecutor says instead of asking the Brazilian embassy in Angola for work visas for the workers, the company asked for ordinary visas, which did not grant them the right to work...According to the legal documents, the workers were subjected to a number of risks in Angola, including imprisonment...

 

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19 March 2014

Brazilian multinationals accused of 'slave labour' in Angola

Author: Arnaldo Vieira, Africa Review (Kenya)

Brazilian multinational Odebrecht and its service provider Pirâmide have been notified by the Brazilian Public ministry of allegations of slave labour conditions in the Angola operations...According to the report, 60 Brazilians and the Angolan working for the Biocom industrial project in Angola's Malanje Province...Biocom (Companhia de Bioenergia de Angola) is a local bio-fuel company that is preparing to produce sugar, ethanol and electricity for the domestic needs. To implement this project...Odebrecht partnered with Angola's state oil company Sonangol and the private firm Damer Indústria...“Some of them (workers) only returned to Brazil after being diagnosed with illnesses such as malaria, yellow fever and typhoid. They worked from Sunday to Sunday without rest and under severe sun,” Voice of America reported...However, Odebrecht and Pirâmide have denied the accusations in a statement.“There were good working conditions according to Brazilian and the Angolan law. The workers have had sufficient rest and leisure and those voluntarily willing to return Brazil were helped [to do so]”, the statement said...

 

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Author: BBC Brasil

Foi só quando deixou o aeroporto [no Brasil]... de... voo vindo de Angola, que o operário brasileiro José Edval da Silva se sentiu aliviado. Terminava ali um pesadelo iniciado...quando... aceitara um convite para trabalhar... [n]a construção da usina Biocom, primeira unidade de produção de açúcar, etanol e eletricidade do país africano...No canteiro de obras... diz ter vivido "o inferno na Terra"...Denúncias sobre as condições na usina e sobre o descumprimento de acordos trabalhistas têm motivado dezenas de ações contra a Odebrecht e suas subcontratadas na usina Biocom...Todas as empresas citadas na reportagem dizem que as instalações e condições de trabalho na usina atendem às legislações brasileira e angolana. As companhias negam as acusações de cárcere privado e afirmam que os seus funcionários visitam cidades próximas com frequência. [Refere-se a Damer, Pirâmide, Planusi, Sonangol e W Líder]

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