abusesaffiliationarrow-downarrow-leftarrow-rightarrow-upattack-typeblueskyburgerchevron-downchevron-leftchevron-rightchevron-upClock iconclosedeletedevelopment-povertydiscriminationdollardownloademailenvironmentexternal-linkfacebookfilterflaggenderglobeglobegroupshealthC4067174-3DD9-4B9E-AD64-284FDAAE6338@1xinformation-outlineinformationinstagraminvestment-trade-globalisationissueslabourlanguagesShapeCombined Shapeline, chart, up, arrow, graphLinkedInlocationmap-pinminusnewsorganisationotheroverviewpluspreviewArtboard 185profilerefreshIconnewssearchsecurityPathStock downStock steadyStock uptagticktooltiptriangletwitteruniversalitywebwhatsappxIcons / Social / YouTube

Cette page n’est pas disponible en Français et est affichée en Portuguese

Article

2 fév 2016

Auteur:
Agência Lusa/Rede Angola (Portugal/Angola)

Angola: Empresas deverão reservar vagas para trabalhadores com deficiência sob pena de multa

Empresas obrigadas a reservar vagas para trabalhadores com deficiência-No sector público as vagas a reservar serão na proporção de 4% das novas admissões, enquanto no sector privado essa reserva é de 2%.”, 2 de fevereiro de 2016

As empresas vão passar a ser obrigadas a vagas para pessoas com deficiência nos processos de contratação, segundo o novo regulamento aprovado por decreto presidencial, em vigor a 15 de Janeiro, medida que se aplica também ao Estado...[A]s reservas de vagas destinam-se a pessoas com deficiência num grau de incapacidade igual ou superior a 60 por cento. No sector público..., as vagas a reservar serão na proporção de 4 por cento do total de trabalhadores a admitir, enquanto no sector privado essa reserva é de 2 por cento. Esta imposição aplica-se apenas aos processos de recrutamento, selecção e admissão de pessoal pelas instituições públicas e privadas com o mínimo de dez trabalhadores, refere ainda o novo Regulamento Sobre a Reserva de Vagas e Procedimentos para a Contratação de Pessoa com Deficiência. Como consequência de 40 anos de conflitos armados, Angola contava com cerca de 30.000 deficientes de guerra...As empresas privadas que não cumprirem a disponibilização destas vagas obrigatórias incorrem em coimas que podem chegar a 50 salários mínimos nacionais, cerca de Kz 1,1 milhões de kwanzas (USD 6.540), “por cada dia que perdurar a infração”. As entidades públicas são ainda obrigadas...[a informar]...sobre o grau de cumprimento da percentagem mínima de reserva obrigatória...De fora destas obrigações ficam processos de recrutamento para trabalhos em subterrâneos, minas, pedreiras, fornos ou andaimes. Contudo, os trabalhadores a recrutar por este regime de vagas ficam sujeito a processos de selecção e avaliação pelas entidades contratantes.