abusesaffiliationarrow-downarrow-leftarrow-rightarrow-upattack-typeburgerchevron-downchevron-leftchevron-rightchevron-upClock iconclosedeletedevelopment-povertydiscriminationdollardownloademailenvironmentexternal-linkfacebookfiltergenderglobegroupshealthinformation-outlineinformationinstagraminvestment-trade-globalisationissueslabourlanguagesShapeCombined Shapeline, chart, up, arrow, graphlocationmap-pinminusnewsorganisationotheroverviewpluspreviewArtboard 185profilerefreshnewssearchsecurityPathStock downStock steadyStock uptagticktooltiptwitteruniversalityweb
História

Brasil: Terminal portuário da Cargill apresenta irregularidades ambientais e causa uma série de danos a indígenas e quilombolas, afirma estudo da Terra de Direitos

Em 28 de junho de 2021, a organização Terra de Direitos lançou o relatório "Sem Licença para Destruição - Cargill e Violação de Direitos no Tapajós". O estudo sistematizou irregularidades e impactos negativos relacionados às atividades de um terminal portuário instalado pela empresa em Santarém (PA) há mais de 20 anos. De acordo com a Terra de Direitos, a Cargill teria instalado o terminal sem apresentar um estudo de impacto ambiental e sem consultar comunidades indígenas, quilombolas e de pescadores que foram afetadas pelo empreendimento, uma vez que a instalação do porto teria gerado o desmonte da economia de subsistência baseada na caça, na pesca e na agricultura familiar. Ademais, a construção teria sido realizada sobre um cemitério ancestral indígena do povo Tapajós, além de intensificar o processo de erosão dos territórios adjacentes. Nós convidamos a Cargill a comentar o estudo da Terra de Direitos e a empresa o fez.

Respostas da empresa

Cargill Ver resposta

Story Timeline